sábado, 11 de julho de 2009

A arte de fazer cera.

Se você se identificar em algum momento com o texto a seguir, cuide para não se transformar em um "abelhão", pois o preço que se paga pela "arte da enrolação" na grande colméia corporativa é muito alto. Seu emprego pode estar por um fio...

Alguns profissionais acreditam na filosofia da abelha: fazendo cera a gente chega lá. Acontece que não chega, pois gente não é abelha.

Fazer cera é: Dedicar-se a assuntos alheios ao trabalho no horário de trabalho; Esticar o trabalho para ficar mais folgado enquanto o faz; Buscar tarefas amenas, dando um jeito de empurrar as mais difíceis para um colega; Enrolar o chefe com um palavreado pomposo, um relatório bem encadernado, um truque qualquer; Marcar reuniões para NÃO resolver os problemas que têm de ser resolvidos; Dedicar-se ao prazer no momento de trabalho - exagerar na conversa, na navegação "internética", no almoço de negócios.

Enfim, qualquer um que tenha trabalhado por mais de um ano conhece a arte e a técnica de fazer cera. O problema maior é que fazer cera não compensa, pois, como diz o ditado popular, "a vida é dura para quem é mole". Imperceptivelmente, o "abelhão" vive tenso, com medo de ser descoberto. O pior é que todos sabem que ele faz cera, inclusive o chefe e as conseqüências aparecerão já, já.

Algumas verdades sobre a filosofia de fazer cera é que:· Quanto mais cera se faz, mais vontade de fazer cera se tem. É importante romper esse círculo vicioso, pois ele não leva a coisa boa.

Gente boa também faz cera, pois, ninguém é de ferro. É bom ficar de olho na própria conduta para que aquela cerazinha que você faz e é legítima não se torne um hábito compulsivo. (...)

José Antônio Rosa


Extraído de: www.manager.com.br

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